A aprovação da Emenda 29 é importante, mas não resolve o problema da saúde
Essa é a opinião do deputado Itamar Borges que é membro da Comissão de Saúde e coordenador da Frente Parlamentar das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Foi aprovada no Senado a Emenda 29 que regulamenta o mecanismo que define os valores mínimos a serem investidos na saúde. A proposta que obrigava a União a repassar pelo menos 10% de seus recursos para a área foi derrubada. Em seu lugar, os senadores aprovaram o projeto que veio da Câmara dos Deputados que mantém o sistema atual de repasse. O texto agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
De acordo com o deputado, a aprovação da Emenda 29 é importante, mas não resolve o problema da saúde por não se ter definido um percentual de gastos da União em 10% (dez por cento) como estava proposto. “Só isso injetaria mais R$ 35 bilhões na saúde o que representa um acréscimo de quase 50% (cinqüenta por cento)” disse Itamar Borges.
A chamada Emenda 29 foi aprovada por 70 votos a favor e um contra. Com a manutenção do sistema vigente de distribuição, os Estados são obrigados a destinar pelo menos 12% de suas receitas para a área. No caso dos municípios, o repasse mínimo é de 15%. A União fica obrigada a investir o valor aplicado em um ano, corrigido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores, ou seja, em 2012 o Planalto terá que destinar à Saúde o valor gasto este ano corrigido em 7,5%, que foi a taxa de expansão da economia em 2010. Na prática, os Estados terão de gastar um pouco mais dentro do seu próprio território, mas a situação da União não foi alterada.
“A Luta agora deverá ser pelo reajuste da tabela SUS – Sistema Único de Saúde” afirmou o deputado Itamar Borges. Segundo ele, “o ganho gerado com a aprovação da Emenda 29 refere-se ao fato de que alguns serviços não serão mais custeados com o orçamento da saúde, como por exemplo, saneamento básico, limpeza urbana, assistência social, entre outros. “Com isso, restará aos Municípios, Estados e União mais recursos para serem gastos diretamente na área da saúde.”
No próximo dia 13/12, o ministro da saúde, Alexandre Padilha estará na Assembleia Legislativa, ocasião em que se reunirá com a Frente Parlamentar das Santas Casas para debater sobre a situação dos hospitais filantrópicos.
Mobilização Nacional pela saúde
As Frentes Parlamentares Federal e Estadual, as entidades de municípios e hospitais promoverão um ato em Brasília cobrando o reajuste da tabela SUS.
Será realizada no mês de março no Congresso Nacional, a 1ª Conferência Nacional da Remodelação do Sistema Único de Saúde SUS e posteriormente, uma participação no painel de saúde na marcha dos prefeitos em Brasília, promovido pela CNM.
Trata-se de uma mobilização nacional para pressionar o Congresso Nacional e o Ministério da Saúde, com a participação de todas as Casas Legislativas Estaduais e Municipais, todas as prefeituras municipais bem como de todas as entidades do segmento em prol de uma remodelação do sistema de financiamento da saúde pública.
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
A aprovação da Emenda 29 é importante, mas não resolve o problema da saúde
Foi aprovada no Senado a Emenda 29 que regulamenta o mecanismo que define os valores mínimos a serem investidos na saúde. A proposta que obrigava a União a repassar pelo menos 10% de seus recursos para a área foi derrubada. Em seu lugar, os senadores aprovaram o projeto que veio da Câmara dos Deputados que mantém o sistema atual de repasse. O texto agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
De acordo com o deputado, a aprovação da Emenda 29 é importante, mas não resolve o problema da saúde por não se ter definido um percentual de gastos da União em 10% (dez por cento) como estava proposto. “Só isso injetaria mais R$ 35 bilhões na saúde o que representa um acréscimo de quase 50% (cinqüenta por cento)” disse Itamar Borges.
A chamada Emenda 29 foi aprovada por 70 votos a favor e um contra. Com a manutenção do sistema vigente de distribuição, os Estados são obrigados a destinar pelo menos 12% de suas receitas para a área. No caso dos municípios, o repasse mínimo é de 15%. A União fica obrigada a investir o valor aplicado em um ano, corrigido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores, ou seja, em 2012 o Planalto terá que destinar à Saúde o valor gasto este ano corrigido em 7,5%, que foi a taxa de expansão da economia em 2010. Na prática, os Estados terão de gastar um pouco mais dentro do seu próprio território, mas a situação da União não foi alterada.
“A Luta agora deverá ser pelo reajuste da tabela SUS – Sistema Único de Saúde” afirmou o deputado Itamar Borges. Segundo ele, “o ganho gerado com a aprovação da Emenda 29 refere-se ao fato de que alguns serviços não serão mais custeados com o orçamento da saúde, como por exemplo, saneamento básico, limpeza urbana, assistência social, entre outros. “Com isso, restará aos Municípios, Estados e União mais recursos para serem gastos diretamente na área da saúde.”
No próximo dia 13/12, o ministro da saúde, Alexandre Padilha estará na Assembleia Legislativa, ocasião em que se reunirá com a Frente Parlamentar das Santas Casas para debater sobre a situação dos hospitais filantrópicos.
Mobilização Nacional pela saúde
As Frentes Parlamentares Federal e Estadual, as entidades de municípios e hospitais promoverão um ato em Brasília cobrando o reajuste da tabela SUS.
Será realizada no mês de março no Congresso Nacional, a 1ª Conferência Nacional da Remodelação do Sistema Único de Saúde SUS e posteriormente, uma participação no painel de saúde na marcha dos prefeitos em Brasília, promovido pela CNM.
Trata-se de uma mobilização nacional para pressionar o Congresso Nacional e o Ministério da Saúde, com a participação de todas as Casas Legislativas Estaduais e Municipais, todas as prefeituras municipais bem como de todas as entidades do segmento em prol de uma remodelação do sistema de financiamento da saúde pública.
Assessoria de Imprensa
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Itamar Borges
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
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