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FREPEM debate programas para inovação nas pequenas empresas

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“As agências de fomento, as universidades e instituições científicas e tecnológicas do Governo do Estado devem manter programas específicos para as pequenas empresas, conforme determina a Lei 15.099/2013, elaborada por este grupo de trabalho, aprovada pela Assembleia e sancionada pelo Governador” discursou o deputado Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, no início da reunião do Grupo de Trabalho sobre Inovação, ocorrida ontem 29 de março, no Instituto do Legislativo Paulista, na Assembleia Legislativa.

A reunião contou com representantes de diversas instituições empresariais e acadêmicas tais como: Departamento da micro e pequena indústria da FIESP; Agência Paula Souza de Inovação; UNESP e SBPC; CIETEC; ACSP; CONAJE; Desenvolve SP; CJE; Inova Unicamp; IPT; Mackenzie; PARQTEC-SJC; RPI; SEBRAE-SP; SDECTI- Subsecretaria do Empreendedorismo; SEDERT- São Caetano; SESCON-SP; UFABC, dentre outras.

Marco Reis, diretor do Dempi/Fiesp e coordenador do grupo explicou que “Inovação acontece na industria. Temos nos empenhado em levar as indústrias de menor porte a inovar, mas muitas vezes o apoio não chega a elas”.

Silvério Crestana, consultor da FREPEM relatou as ações que a frente parlamentar vem desenvolvendo na Assembleia e junto ao sistema de ciência e tecnologia do Estado de SP, para formular políticas e criar indicadores de avaliação dos programas voltados à inovação tecnológica nas pequenas empresas.

A professora Vanderlan Bolzani, da UNESP e vice-presidente da SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência falou sobre a necessidade de se diminuir a barreira entre universidade e inovação. “Não adianta ter pessoas que querem ser empreendedoras, se não tiver capital de apoio” e referindo-se ao novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (LEI Nº 13.243/2016) mostrou que “agora as universidades e ICTs podem compartilhar projetos, laboratórios, conhecimentos e pesquisadores”.

Roberto Sekiya subsecretário estadual de empreendedorismo propôs “ampliar a divulgação dos programas, mostrar o impacto sobre a sociedade e superar os gargalos”.

Outros temas tratados na reunião foram: o uso do poder de compra do estado, para promover a inovação e a competitividade dos pequenos negócios; legislação para incentivar endowment fund, ou fundo patrimonial nas universidades e instituições de pesquisa. E novas propostas para parques tecnológicos e ambientes de inovação.

Para encaminhamento das propostas serão agendadas reuniões e audiências com o Tribunal de Contas do Estado, com a FAPESP e outras instituições.

 

Assessoria de Imprensa

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