Índice de confiança do setor de construção civil subiu em março
O índice de confiança da construção civil alcançou 75,1 pontos em março, o equivalente a uma alta de 0,7 ponto em relação a fevereiro, de acordo com a Sondagem da Construção divulgada pela Fundação Getúlio Vargas. Esse é o nível mais elevado atingido desde junho de 2015, quando tinha chegado a 76,2 pontos.
O resultado foi explicado pelo aumento de 1,7 ponto do componente de expectativas, ao passo que o índice de situação atual recuou 0,2 ponto no período. A abertura do indicador ainda revela que a demanda insuficiente se mantém como principal limitador para o setor, de forma que as demissões continuam ocorrendo, ainda que em menor magnitude. Esses dados seguem, assim, apontando para uma retomada gradual da atividade econômica nos próximos meses.
A Sondagem da Construção é uma pesquisa que gera, mensalmente, um conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências econômicas do setor. Tendo como referência as melhores práticas internacionais para pesquisas do gênero, a pesquisa tem como um de seus principais atributos a rapidez com que é produzida e divulgada.
Segundo dados da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), as vendas no varejo de material de construção cresceram 10% no mês de março, na comparação com fevereiro. Com relação a março do ano passado, o desempenho foi 12% superior. Veja mais informações no http://novo.anamaco.com.br/noticia-interna.aspx?uid=4501
“O cenário de queda da atividade da construção não deve persistir por muito tempo, e os empresários do setor têm grandes expectativas dessa melhora. A construção civil é um dos setores econômicos mais importantes para viabilizar a retomada do crescimento”, disse o presidente da Frente Parlamentar da Indústria da Construção (FPIC) da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Itamar Borges.
Em parceria com o Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da FIESP, a FPIC foi criada na busca de encontrar caminhos para diminuir os problemas, simplificar, desburocratizar e encontrar um ambiente mais favorável para indústria da construção. Entre as reivindicações do setor, está o melhor planejamento e gestão, previsibilidade e segurança jurídica, controle de prazos e custos, sustentação dos investimentos e redução do ciclo de obras.
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Índice de confiança do setor de construção civil subiu em março
O índice de confiança da construção civil alcançou 75,1 pontos em março, o equivalente a uma alta de 0,7 ponto em relação a fevereiro, de acordo com a Sondagem da Construção divulgada pela Fundação Getúlio Vargas. Esse é o nível mais elevado atingido desde junho de 2015, quando tinha chegado a 76,2 pontos.
O resultado foi explicado pelo aumento de 1,7 ponto do componente de expectativas, ao passo que o índice de situação atual recuou 0,2 ponto no período. A abertura do indicador ainda revela que a demanda insuficiente se mantém como principal limitador para o setor, de forma que as demissões continuam ocorrendo, ainda que em menor magnitude. Esses dados seguem, assim, apontando para uma retomada gradual da atividade econômica nos próximos meses.
A Sondagem da Construção é uma pesquisa que gera, mensalmente, um conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências econômicas do setor. Tendo como referência as melhores práticas internacionais para pesquisas do gênero, a pesquisa tem como um de seus principais atributos a rapidez com que é produzida e divulgada.
Segundo dados da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), as vendas no varejo de material de construção cresceram 10% no mês de março, na comparação com fevereiro. Com relação a março do ano passado, o desempenho foi 12% superior. Veja mais informações no http://novo.anamaco.com.br/noticia-interna.aspx?uid=4501
“O cenário de queda da atividade da construção não deve persistir por muito tempo, e os empresários do setor têm grandes expectativas dessa melhora. A construção civil é um dos setores econômicos mais importantes para viabilizar a retomada do crescimento”, disse o presidente da Frente Parlamentar da Indústria da Construção (FPIC) da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Itamar Borges.
Em parceria com o Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da FIESP, a FPIC foi criada na busca de encontrar caminhos para diminuir os problemas, simplificar, desburocratizar e encontrar um ambiente mais favorável para indústria da construção. Entre as reivindicações do setor, está o melhor planejamento e gestão, previsibilidade e segurança jurídica, controle de prazos e custos, sustentação dos investimentos e redução do ciclo de obras.
Assessoria de Imprensa
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Itamar Borges
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
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