Seminário debate mudança na legislação de controle do cancro cítrico
Nesta quarta-feira, 9 de novembro, foi realizado no Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, do Instituto Agronômico (IAC), em Cordeirópolis, o seminário internacional “A mudança da legislação para controle do cancro cítrico”.
Iniciativa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), o seminário reuniu mais de 200 participantes, entre produtores rurais, engenheiros agrônomos, técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), pesquisadores dos institutos mantidos pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e representantes da indústria.
O evento debateu as medidas estabelecidas pela Instrução Normativa (IN) nº 37, publicada no dia 6 de setembro de 2016, pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que permitirá fazer mitigação de risco em produção de citros.
A mudança na legislação atendeu à demanda dos produtores rurais. “Os citricultores buscavam esta alteração na legislação, contavam com o apoio da comissão de Agricultura, que presido na Assembleia Legislativa, assim como da Secretaria de Agricultura”, afirmou o deputado Itamar Borges.
A nova legislação estabelece medidas para o controle do cancro cítrico em todo o Brasil, abrindo a possibilidade para Estados com a incidência da praga, como São Paulo, fazerem a mitigação de risco, permitindo adotar novas estratégias de controle que não seja exclusivamente a erradicação da planta doente.
Na prática, os produtores localizados em áreas afetadas poderão comercializar frutas in natura, tanto no mercado interno como no mercado internacional, desde que adotem as medidas previstas pela legislação, devidamente atestadas em um certificado fitossanitário de origem.
O secretário Arnaldo Jardim ressaltou que o Governo do Estado já vem colocando em prática uma série de ações para reforçar o controle de doenças como o cancro cítrico, principalmente envolvendo a questão legal, além de discutir pesquisas nas áreas de fitossanidade e medidas preventivas voltadas à educação sanitária e comunicação com a cadeia produtiva.
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Seminário debate mudança na legislação de controle do cancro cítrico
Nesta quarta-feira, 9 de novembro, foi realizado no Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, do Instituto Agronômico (IAC), em Cordeirópolis, o seminário internacional “A mudança da legislação para controle do cancro cítrico”.
Iniciativa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), o seminário reuniu mais de 200 participantes, entre produtores rurais, engenheiros agrônomos, técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), pesquisadores dos institutos mantidos pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e representantes da indústria.
O evento debateu as medidas estabelecidas pela Instrução Normativa (IN) nº 37, publicada no dia 6 de setembro de 2016, pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que permitirá fazer mitigação de risco em produção de citros.
A mudança na legislação atendeu à demanda dos produtores rurais. “Os citricultores buscavam esta alteração na legislação, contavam com o apoio da comissão de Agricultura, que presido na Assembleia Legislativa, assim como da Secretaria de Agricultura”, afirmou o deputado Itamar Borges.
A nova legislação estabelece medidas para o controle do cancro cítrico em todo o Brasil, abrindo a possibilidade para Estados com a incidência da praga, como São Paulo, fazerem a mitigação de risco, permitindo adotar novas estratégias de controle que não seja exclusivamente a erradicação da planta doente.
Na prática, os produtores localizados em áreas afetadas poderão comercializar frutas in natura, tanto no mercado interno como no mercado internacional, desde que adotem as medidas previstas pela legislação, devidamente atestadas em um certificado fitossanitário de origem.
O secretário Arnaldo Jardim ressaltou que o Governo do Estado já vem colocando em prática uma série de ações para reforçar o controle de doenças como o cancro cítrico, principalmente envolvendo a questão legal, além de discutir pesquisas nas áreas de fitossanidade e medidas preventivas voltadas à educação sanitária e comunicação com a cadeia produtiva.
Assessoria de Imprensa
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Itamar Borges
Estou em meu quarto mandato como deputado estadual de São Paulo. Advogado, tive experiência no comércio e fui professor universitário. Na política, já fui vereador e prefeito por três vezes na minha cidade natal. Em 2021, atendendo o chamado do governador e do vice por um gestor com capacidade de realização, assumi a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
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