O presidente da Frente Parlamentar das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, deputado Itamar Borges que integra o Movimento Nacional Tabela SUS Reajuste Já, manifestou apoio ao encontro regional que aconteceu em Porto Alegre/RS, com a adesão do Governador do Estado do Rio Grande do Sul Tarso Genro.
Mais de 600 pessoas reivindicaram o reajuste de 100% da Tabela SUS, especificamente nos procedimentos de baixa e média complexidade. O encontro em Porto Alegre contou com a participação de Entidades do sul do Brasil. Sendo a Federação dos Hospitais Filantrópicos de Santa Catarina e da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas daquele Estado, também organizadoras do evento. No Rio Grande do Sul, o Movimento ganhou adesão da Assembléia Legislativa do Estado, da Frente Parlamentar da Casa Legislativa, da União dos Vereadores, da Federação das Associações dos Municípios e do Governador Tarso Genro.
Tarso Genro reconheceu a legitimidade do pedido das Santas Casas de todo o País, afirmando que o aumento solicitado não teria um impacto tão grande no orçamento da União. Genro confirmou que no próximo dia 05 de abril terá uma audiência com a Presidenta Dilma Rousseff e o pleito das Santas Casas será apresentado.
Os encontros regionalizados do Movimento ainda acontecerão em outros Estados. O primeiro ocorreu em São Paulo (cidade que foi representada no RS pelo Presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes de São Paulo, Dr. Edson Rogatti). Já estão sendo organizados atos no Paraná, Minas Gerais e Bahia. O próximo passo será no dia 08 de abril, onde todos os hospitais beneficentes brasileiros irão suspender as consultas eletivas do SUS.
Para Itamar Borges, o movimento “Tabela SUS, Reajuste Já” nasceu da necessidade de buscar solução aos problemas enfrentados por instituições filantrópicas de saúde, e é fundamental que ele se estenda por todos os Estados da Federação para que o movimento ganhe ainda mais força.
“As Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas, são responsáveis por cerca de metade do atendimento público de saúde, a cada R$ 100 que as Santas Casas gastam no atendimento do SUS, recebem somente R$ 65, o que leva esses hospitais ao colapso, por isso a participação de todos é fundamental nesse processo”, encerra Borges.
Assessoria de Imprensa